O governo do Estado abriu nesta quinta-feira (29) concorrências públicas para obras de conservação em 8 mil quilômetros de rodovias, com investimento de R$ 290,7 milhões. São cinco editais que, somados às nove concorrências abertas um dia antes, constituem o maior programa de obras rodoviárias lançado até agora pelo governo. O investimento soma R$ 700,8 milhões e cobrirá toda a malha pavimentada do Paraná.
Sou assinante da EXAME, talvez a melhor publicação da excelente editora Abril. No seu número 1000, que rolou no final de setembro, fizeram edição mui especial, que recomendo sem restrições aos ouvintes de casa e auditório: assinada pelo bom André Lahóz, EXAME comparou o Brasil de hoje com o Brasil da época da sua (dela, EXAME) vinda à luz no início da década de 70 do século passado, claro; como diria o gaúcho, bá, tchê! mas bá, tchê!
O relatório do Tribunal de Contas recomendou a aprovação das contas do último ano de governo do PMDB, que agora seguem para a apreciação da Assembléia Legislativa. E pode ser uma prova de fogo para a bancada do PMDB que recentemente aderiu à base do governo Beto Richa.
Como os peemedebistas vão se comportar ainda mais que começam a surgir protestos do outro lado da Praça N. S. de Salete?
Foto: Arnaldo Alves / AENotícias
Flávio Arns demonstrou durante os dez dias em que governou o Estado interinamente a total afinidade que tem com Beto Richa. Cumpriu uma extensa agenda de trabalho e deu encaminhamento a diversos temas importantes para os paranaenses.
Flávio Arns assumiu o governo do Estado no dia 13 de julho. Completou dez dias no cargo cumprindo uma extensa agenda de atividades administrativas e encaminhamento de assuntos importantes para o Paraná de forma serena, como é sua característica.
O governo Dilma vai bem, obrigado; em pouco mais de seis meses de gestão produziu pelo menos seis grandes escândalos, do clássico pedido de propina ao igualmente clássico desvio de verbas e ao não menos clássico enriquecimento ilícito.
Pelo menos nesta movimentada área o governo Dilma não inovou, preferiu os velhos e trilhados caminhos ao sempre incerto, perigoso£iano “make it new”.
A insegurança pública é o problema que mais preocupa a população brasileira das grandes e médias cidades – em todas as pesquisas ela aparece em primeiro lugar; infelizmente, Curitiba não é uma exceção.